Amigos vem e vão, mas alguns são eternos. Assim é Lázara, Cumbuquinha, Lalá, enfim... com queira chamar. Este não é um post sentimental sobre amizade, esta é apenas uma introdução para essa aparição não menos importante Cidade Maravilhosa.
Ela chega, e se intala no olho do furacão. Trabalho, prais, show, pessoas, cerveja, se diverte gatchenho (piada interna), Santa Tereza, mais cerveja, mais correria, bolhas, baile e emfim... VILA ISABEL!
"Quem nasce lá na Vila, nem se quer vacila.." mas, e quem não nasce? Vamos então vacilantes, um pouco antes da meia noite, esperando que o taxi-carruagem não vire abóbora. Vamos em busca de Lara, Juliana, Cris e Sérgio.
Mais um louco é adcionado: André (pelo menos acho que este é o nome dele), ser humano, fornecedor de licor de genipapo.
Chgamos no bar, sentamos e conversas se desencadeiam. Pedimos comidas, famintas depois de um baile onde perdemos tudo, menos o sapatinho, e estamos prestes a perder a compostura, a voz e ganhar a vida.
Chega a tequila, depois a Seleta (VIP, aberta para nós), mais tequila, o licor de genipapo...
Pausa para esclarecimento: Este licor chegou em estado alucinótico. De repente uma núvem de pessoas se aproxima da mesa, distribui o licor e se vai, na mesma velocidade que chegou. Ou isso foi um momento insano da noite, ou foi uma alucinação alcóolica.
Hora de ir embora... NOOOOOOOT! Somente do primeiro bar. No segundo chegam cervejas, confissões e poesias. Pessoas tropeçam, escorregam, os cigarros correm de mão em mão e as palavras de boca em boca.
Paixão alcoolica no ar. Sentimentos reais. Vidas reveladas.
Hora de ir embora!!! NOOOOOT! Terceiro bar. Mais cerveja, mais vontade, mais poesia, mais do famoso feitiço da Vila. As 4 da manhã, ouve-se um samba suave na mesa ao lado. Cachorro quente... e pá... Lázara atropela o retrovisor alheio. Risos. Mais amor no ar.
É necessário gerenciar a reputação... Mas, é complicado... não é fácil pra ningém... precisamos todos rever isso a essa altura da noite... e não me venham com seus problemas, pois o sol nasce e não se pode ter tudo...
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